
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Moldar o futuro
Porque é que algumas pessoas a quem foram fornecidos recursos, suporte, educação, ainda que possam demonstrar algum sucesso, frequentemente não fazem a diferença?
E por outro lado porque é que outras pessoas com origens origens humildes e que passaram por muita dor nas suas vidas a nível físico, financeiro, psicológico e mesmo emocional, acabam por ter vidas preenchidas, bem sucedidas e com elevados índices de contribuição para a sociedade?
Afinal o que é molda o nosso destino? Qual é a distinção que faz com que algumas pessoas alcancem o sucesso e outras, muitas vezes com o mesmo background, cultura e educação apenas encontrem o fracasso?
Vivemos numa cultura em que o passado iguala o futuro. Se temos problemas e não conquistamos o que desejamos, a tendência é procurar logo explicações no passado.
É muito frequente ouvirmos argumentos como: "não sou bem sucedido nos estudos porque nunca me incentivaram", ou "porque os meus pais não me ensinaram", ou mesmo "porque um professor me traumatizou" ou "tenho problemas com relacionamentos porque os meus pais não se davam bem" ou " porque o meu ex-marido me retirou toda a confiança e a capacidade de amar". Estes argumentos têm um aspecto comum: as respostas encontram-se no passado.
A minha vida é dedicada a estudar pessoas bem sucedidas. Procuro padrões, crenças e rituais que os distinguem daqueles que têm muito boas desculpas e muito pouco sucesso. Na realidade praticamente todas as pessoas bem-sucedidas que encontrei têm um padrão em comum: não se focam no passado, nas desculpas. O seu foco aponta para o futuro. Para os vencedores o passado não iguala o futuro. Quando tomam uma decisão estão a esculpir o seu destino e a transformar por compçleto as suas vidas.
Se não tomamos decisões, deixamo-nos andar e adaptamo-nos ao mundo, ao status quo. Quando tomamos verdadeiras decisões, o mundo adapta-se a nós e é aí que fazemos a diferença! Na minha perspectiva a definição de uma verdadeira decisão é cortar com todas as possibilidades excepto aquela com que estamos comprometidos. Uma decisão é um ponto de não retorno. No fundo o que os espanhois fizeram quando colonizaram a América do Sul: mal desembarcaram queimaram os barcos. Desta forma ficaram sem possibilidade de voltar atrás. E é isso que temos que fazer sempre que queremos alterar o nosso destino: eliminar toda e qualquer possibilidade de voltar atrás.
No fundo não é mais do que Thomas Edison fez quando decidiu criar a lâmpada electríca ou mesmo Michael Jordan quando decidiu fazer a diferença e tornar-se o melhor jogador de sempre da NBA.
Ao vosso sucesso!
E por outro lado porque é que outras pessoas com origens origens humildes e que passaram por muita dor nas suas vidas a nível físico, financeiro, psicológico e mesmo emocional, acabam por ter vidas preenchidas, bem sucedidas e com elevados índices de contribuição para a sociedade?
Afinal o que é molda o nosso destino? Qual é a distinção que faz com que algumas pessoas alcancem o sucesso e outras, muitas vezes com o mesmo background, cultura e educação apenas encontrem o fracasso?
Vivemos numa cultura em que o passado iguala o futuro. Se temos problemas e não conquistamos o que desejamos, a tendência é procurar logo explicações no passado.
É muito frequente ouvirmos argumentos como: "não sou bem sucedido nos estudos porque nunca me incentivaram", ou "porque os meus pais não me ensinaram", ou mesmo "porque um professor me traumatizou" ou "tenho problemas com relacionamentos porque os meus pais não se davam bem" ou " porque o meu ex-marido me retirou toda a confiança e a capacidade de amar". Estes argumentos têm um aspecto comum: as respostas encontram-se no passado.
A minha vida é dedicada a estudar pessoas bem sucedidas. Procuro padrões, crenças e rituais que os distinguem daqueles que têm muito boas desculpas e muito pouco sucesso. Na realidade praticamente todas as pessoas bem-sucedidas que encontrei têm um padrão em comum: não se focam no passado, nas desculpas. O seu foco aponta para o futuro. Para os vencedores o passado não iguala o futuro. Quando tomam uma decisão estão a esculpir o seu destino e a transformar por compçleto as suas vidas.
Se não tomamos decisões, deixamo-nos andar e adaptamo-nos ao mundo, ao status quo. Quando tomamos verdadeiras decisões, o mundo adapta-se a nós e é aí que fazemos a diferença! Na minha perspectiva a definição de uma verdadeira decisão é cortar com todas as possibilidades excepto aquela com que estamos comprometidos. Uma decisão é um ponto de não retorno. No fundo o que os espanhois fizeram quando colonizaram a América do Sul: mal desembarcaram queimaram os barcos. Desta forma ficaram sem possibilidade de voltar atrás. E é isso que temos que fazer sempre que queremos alterar o nosso destino: eliminar toda e qualquer possibilidade de voltar atrás.
No fundo não é mais do que Thomas Edison fez quando decidiu criar a lâmpada electríca ou mesmo Michael Jordan quando decidiu fazer a diferença e tornar-se o melhor jogador de sempre da NBA.
Ao vosso sucesso!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
PORQUE SOMOS INFELIZES?
Os seres humanos são criaturas multifacetadas. A nossa identidade é a soma total da nossa história, das nossas inúmeras características bem como dos nossos valores e crenças.
Normalmente não estamos sempre cientes das nossas diferentes facetas. Algumas mantêm-se mesmo escondidas enquanto outras tendem a dominar. Alguns dos nossos valores podem mesmo entrar em conflito. Uma parte de nós quer mudar enquanto a outra está agarrada ao “status quo”. Como é que saímos deste impasse e tomamos controlo da nossa vida? O que necessitamos de saber para nos tornarmos mais integrados, dispararmos todos os nossos cilindros e descobrirmos o nosso fogo, poder e paixão? Para responder a essas questões necessitamos de compreender o que nos impulsiona e nos motiva.
As nossas necessidades básicas são simples. Para sobrevivermos fisicamente apenas necessitamos de comida, água e abrigo. Mas para prosperar necessitamos de muito, muito mais! Necessitamos de dar e receber amor. Necessitamos de acreditar em nós, de desenvolver uma enorme auto-estima e preencher as nossas vidas com coisas que nos dêem prazer e alegria. Isto parece bastante simples. Então porque é que a nossa busca pela felicidade, termina tantas vezes em desapontamento e desilusão?
Essencialmente porque acreditamos que as respostas estão fora de nós. Quando decide assumir a responsabilidade pelo seu destino a sua experiência transforma-se e entra num processo onde vai descobrir o que é verdadeiramente importante para si. Embarca numa aventura sem precedentes de descoberta de recursos, forças e talentos que nunca imaginou que fossem seus! Nesse processo adquire a autoconfiança, a crença e a fé em si próprio, que o vão tornar cada vez mais poderoso e catapultar para resultados e níveis de preenchimento superiores.
Até nos encontrarmos!
Normalmente não estamos sempre cientes das nossas diferentes facetas. Algumas mantêm-se mesmo escondidas enquanto outras tendem a dominar. Alguns dos nossos valores podem mesmo entrar em conflito. Uma parte de nós quer mudar enquanto a outra está agarrada ao “status quo”. Como é que saímos deste impasse e tomamos controlo da nossa vida? O que necessitamos de saber para nos tornarmos mais integrados, dispararmos todos os nossos cilindros e descobrirmos o nosso fogo, poder e paixão? Para responder a essas questões necessitamos de compreender o que nos impulsiona e nos motiva.
As nossas necessidades básicas são simples. Para sobrevivermos fisicamente apenas necessitamos de comida, água e abrigo. Mas para prosperar necessitamos de muito, muito mais! Necessitamos de dar e receber amor. Necessitamos de acreditar em nós, de desenvolver uma enorme auto-estima e preencher as nossas vidas com coisas que nos dêem prazer e alegria. Isto parece bastante simples. Então porque é que a nossa busca pela felicidade, termina tantas vezes em desapontamento e desilusão?
Essencialmente porque acreditamos que as respostas estão fora de nós. Quando decide assumir a responsabilidade pelo seu destino a sua experiência transforma-se e entra num processo onde vai descobrir o que é verdadeiramente importante para si. Embarca numa aventura sem precedentes de descoberta de recursos, forças e talentos que nunca imaginou que fossem seus! Nesse processo adquire a autoconfiança, a crença e a fé em si próprio, que o vão tornar cada vez mais poderoso e catapultar para resultados e níveis de preenchimento superiores.
Até nos encontrarmos!
domingo, 31 de janeiro de 2010
DE VÍTIMA A CRIADOR
Alterar o “mindset” de vítima para criador é uma das primeiras mudanças que promovo nos meus clientes. Com esta alteração, naturalmente, vão-se tornando cada vez mais sensíveis à linguagem. Os “eu gostaria” transformam-se em “eu quero”; os “não consigo” em “vou começar”; os “eu devia” em “eu vou”.
O objectivo deste pequeno exercício não é utilizar os padrões de linguagem para explicar, descrever e reportar as nossas vidas. O objectivo é mesmo facilitar a transformação.
Por exemplo, na semana passada, um cliente recente que lhe vou chamar José fez a seguinte observação: “dá para acreditar no que está a acontecer à minha empresa devido ao estado da economia?” e sem se deter disparou: “Quem nos governa está a olhar por si em vez de fazer alguma coisa pelo país.”
Depois de confirmar que tinha ouvido esta e muitas outras afirmações suas, finalmente questionei-o acerca do nível de precisão das suas observações. Antes que me pudesse responder disse-lhe que independentemente da resposta que me viesse a dar, o tipo de linguagem que estava a utilizar, para além de não lhe estar a dar quelquer poder, estava a fazê-lo agir como vítima.
“O que quer dizer?” Perguntou. “Está a insinuar que não sou vítima disto? Não fui eu que criei esta situação e o meu negócio está a sofrer. Se alguém é vítima desta crise sou eu!”
Lembrei-me de uma história que um ex-colega, a que vou chamar Pedro, me contou recentemente e decidi partilhá-la com ele:
O Pedro estava numa reunião de direcção da empresa onde trabalhava. Nessa reunião o CEO exigiu que alguém admitisse culpa de um erro de compra que custou bastante dinheiro à empresa. Depois de ouvir cada responsável de departamento a desresponsabilizar-se e a “passar a bola” para o colega seguinte, o Pedro finalmente falou: "A culpa é minha, disse ele. Assumo a responsabilidade deste erro." Quando o surpreendido CEO lhe perguntou como poderia ele responsabilizar-se pelo erro, se nem sequer estava na empresa nessa altura. O Pedro respondeu: “ Bem, se alguma coisa vai ser criada a partir disto, alguém tem que assumir a responsabilidade. E já que não interessa mesmo de quem é a “culpa” do erro original, posso arcar com esse peso. Agora, que todos concordamos em quem culpar, vamos avançar para descobrirmos o que vamos fazer para dar a volta a isto daqui para a frente.”
No momento em que escolher ser criador em vez de vítima, os eventos deixam de ser más notícias (ou boas notícias) e passam a ser apenas informação – informação que pode usar para tomar decisões informadas acerca do que pretende criar.
Exercício
1. Escreva um parágrafo sobre uma situação ou área da sua vida em que gostaria que as coisas fossem diferentes.
Exemplo:
“ A minha relação é horrível. Pensei que tinha encontrado uma pessoa fantástica, mas obviamente enganei-me – o Mário é obsessivo e maldisposto. É impossível passar muito tempo com ele!“
2. Reveja o que escreveu e coloque um círculo nas frases onde culpou outras pessoas ou eventos externos pela sua experiência pessoal.
3. Reescreva a sua história como se estivesse simplesmente a reportar a sua experiência sem atribuir culpas ou responsabilidade. Na verdade a maior parte das experiências são temporárias e mutáveis.
Exemplo:
“Não estou mesmo a desfrutar da minha relação com o Mário. Eu gosto de uma série de coisas nele, mas sinto que é difícil lidar com ele pois não o sinto totalmente presente na relação.”
4. Por diversão, reescreva a sua história como se fosse verdadeiramente o criador da sua experiência. Quais são os seus objectivos/intenções na criação do que quer!
Exemplo:
“Sempre que vejo o Mário carrancudo ou lhe faço uma pergunta e apenas recebo um grunhido como resposta, começo a criar cenários de pesadelo e a imaginar como isto será horrível daqui a vinte anos. Fico mesmo muito triste e irritada, e, quando ficar com a raiva suficiente vou encontrar coragem para falar com ele acerca da situação ou então para seguir com a minha vida. O que eu quero mesmo é sentir-me feliz, independentemente do que está a acontecer com o Mário. Se ele não quiser mudar, quero-me sentir preparada e capaz de seguir em frente.”
O objectivo deste pequeno exercício não é utilizar os padrões de linguagem para explicar, descrever e reportar as nossas vidas. O objectivo é mesmo facilitar a transformação.
Por exemplo, na semana passada, um cliente recente que lhe vou chamar José fez a seguinte observação: “dá para acreditar no que está a acontecer à minha empresa devido ao estado da economia?” e sem se deter disparou: “Quem nos governa está a olhar por si em vez de fazer alguma coisa pelo país.”
Depois de confirmar que tinha ouvido esta e muitas outras afirmações suas, finalmente questionei-o acerca do nível de precisão das suas observações. Antes que me pudesse responder disse-lhe que independentemente da resposta que me viesse a dar, o tipo de linguagem que estava a utilizar, para além de não lhe estar a dar quelquer poder, estava a fazê-lo agir como vítima.
“O que quer dizer?” Perguntou. “Está a insinuar que não sou vítima disto? Não fui eu que criei esta situação e o meu negócio está a sofrer. Se alguém é vítima desta crise sou eu!”
Lembrei-me de uma história que um ex-colega, a que vou chamar Pedro, me contou recentemente e decidi partilhá-la com ele:
O Pedro estava numa reunião de direcção da empresa onde trabalhava. Nessa reunião o CEO exigiu que alguém admitisse culpa de um erro de compra que custou bastante dinheiro à empresa. Depois de ouvir cada responsável de departamento a desresponsabilizar-se e a “passar a bola” para o colega seguinte, o Pedro finalmente falou: "A culpa é minha, disse ele. Assumo a responsabilidade deste erro." Quando o surpreendido CEO lhe perguntou como poderia ele responsabilizar-se pelo erro, se nem sequer estava na empresa nessa altura. O Pedro respondeu: “ Bem, se alguma coisa vai ser criada a partir disto, alguém tem que assumir a responsabilidade. E já que não interessa mesmo de quem é a “culpa” do erro original, posso arcar com esse peso. Agora, que todos concordamos em quem culpar, vamos avançar para descobrirmos o que vamos fazer para dar a volta a isto daqui para a frente.”
No momento em que escolher ser criador em vez de vítima, os eventos deixam de ser más notícias (ou boas notícias) e passam a ser apenas informação – informação que pode usar para tomar decisões informadas acerca do que pretende criar.
Exercício
1. Escreva um parágrafo sobre uma situação ou área da sua vida em que gostaria que as coisas fossem diferentes.
Exemplo:
“ A minha relação é horrível. Pensei que tinha encontrado uma pessoa fantástica, mas obviamente enganei-me – o Mário é obsessivo e maldisposto. É impossível passar muito tempo com ele!“
2. Reveja o que escreveu e coloque um círculo nas frases onde culpou outras pessoas ou eventos externos pela sua experiência pessoal.
3. Reescreva a sua história como se estivesse simplesmente a reportar a sua experiência sem atribuir culpas ou responsabilidade. Na verdade a maior parte das experiências são temporárias e mutáveis.
Exemplo:
“Não estou mesmo a desfrutar da minha relação com o Mário. Eu gosto de uma série de coisas nele, mas sinto que é difícil lidar com ele pois não o sinto totalmente presente na relação.”
4. Por diversão, reescreva a sua história como se fosse verdadeiramente o criador da sua experiência. Quais são os seus objectivos/intenções na criação do que quer!
Exemplo:
“Sempre que vejo o Mário carrancudo ou lhe faço uma pergunta e apenas recebo um grunhido como resposta, começo a criar cenários de pesadelo e a imaginar como isto será horrível daqui a vinte anos. Fico mesmo muito triste e irritada, e, quando ficar com a raiva suficiente vou encontrar coragem para falar com ele acerca da situação ou então para seguir com a minha vida. O que eu quero mesmo é sentir-me feliz, independentemente do que está a acontecer com o Mário. Se ele não quiser mudar, quero-me sentir preparada e capaz de seguir em frente.”
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
TRANSFORME A SUA VIDA EM 2010
Todos nós somos bem sucedidos em algumas áreas das nossas vidas mas há algumas em que não temos tanto sucesso como gostaríamos. O que tenho descoberto no trabalho que desenvolvo é que as pessoas, frequentemente, quando são altamente performantes no seu trabalho, nas suas carreiras ou nos seus negócios, muitas vezes não têm tempo para as suas relações. Por outro lado, se as relações estão óptimas, muitas vezes é o corpo ou a saúde que não estão como gostariam. Ou mesmo as finanças. Está na natureza do ser humano focar-se nas áreas onde se sente mais forte e bloquear tudo o resto.
A diferença entre o sucesso e o insucesso, entre uma vida preenchida e outra sem significado, é a decisão. Quando toma uma decisão, elimina qualquer possibilidade de voltar aos seus padrões antigos, à sua vida anterior. Seja o que for que deseja, tome as rédeas da sua vida e ganhe um novo impulso ao analisar onde esteve, avaliar onde está e decidir para onde quer ir.
Como tornar então os sonhos, metas e objectivos em realidade? Há três passos rápidos para desenhar a qualidade de vida que deseja e alcançar o sucesso a um nível superior.
1. Decida o que quer verdadeiramente
A maior parte das pessoas não sabe o que quer. Quando lhes perguntamos o que querem, muitas vezes respondem com o que não querem. Uma das regras psicológicas mais simples é que temos tendência a obter mais daquilo em que nos focamos. Se nos focamos no que não queremos é exactamente isso que vamos ter.
Foque-se mesmo no que quer. Quando sabe para onde quer ir, apenas precisa de um mapa. Se não souber para onde vai e de onde parte, o mapa não lhe serve de nada.
1. Avalie a sua vida actualmente. Defina de 0 a 10 o seu nível de satisfação em relação às seguintes áreas da sua vida: Bens Materiais, Saúde e Corpo, Carreira, Relações Pessoais e Família, Desenvolvimento Pessoal, Romance, Finanças e Diversão e Recreação.
2. Defina exactamente o que quer para cada uma dessas áreas, para que quando isso acontecer, o seu nível de satisfação seja igual à sua melhor área actualmente.
3. Faça um brainstorming e avalie o que pode fazer. Que pequenos passos pode dar para conquistar o que deseja? Desenhe rituais, que se tornarão em hábitos e que o vão manter consistentemente na direcção da vida que escolheu.
4. Para chegar onde quer, tem que ter um propósito suficientemente forte para avançar e ultrapassar os obstáculos com que se vai deparar no caminho. Se tiver um porquê bastante forte, pode conquistar o que deseja. Escolha a área mais importante para si e decida transformá-la nos próximos 90 a 180 dias.
2. Entre em acção
A melhor altura para entrar em acção é agora. A maior parte das pessoas falha porque não dá o primeiro passo. Independentemente de querer perder peso, transformar a sua relação, iniciar o seu negócio, dar uma reviravolta nas suas finanças, melhorar a ligação aos seus filhos, aprender a tocar viola, seja o que for, faça alguma coisa imediatamente. Nunca tome uma decisão sem agir de imediato. Bloqueie a sua agenda, ligue a alguém que já teve os resultados que pretende, compre um livro com as estratégias certas, marque uma reunião, calce os ténis e vá correr, aja imediatamente. Se nesse momento fizer algo que o comprometa a seguir em frente, é mais fácil dar os próximos passos.
3. Mantenha o foco e aprenda continuamente
O que impede as pessoas de avançar é o medo. Se olhar para o passado e acreditar que o futuro é uma cópia do que já viveu, nunca vai ter o que quer. Não olhe para trás. Aja com propósito em direcção ao que pretende e, se no processo, alguma acção não resultar, mude a abordagem, faça outra coisa qualquer e sem dúvida alguma vai fazer progressos. E o progresso vai fazê-lo sentir-se bem.
Aprenda a sentir-se desconfortável na situação em que está. Isso vai impeli-lo a crescer e sentir-se cada vez mais vivo. As pessoas melhor sucedidas não pensam que sabem tudo. Estão sempre abertas a novas ideias. Estão continuamente à procura de novas saídas e novas soluções. E é exactamente por isso que têm sucesso. Mantenha-se sempre aberto à aprendizagem e disposto a sair da sua zona de conforto.
Utilize estes três passos para conquistar uma vida extraordinária. É a minha forma de lhe desejar um fantástico ano de 2010.
A diferença entre o sucesso e o insucesso, entre uma vida preenchida e outra sem significado, é a decisão. Quando toma uma decisão, elimina qualquer possibilidade de voltar aos seus padrões antigos, à sua vida anterior. Seja o que for que deseja, tome as rédeas da sua vida e ganhe um novo impulso ao analisar onde esteve, avaliar onde está e decidir para onde quer ir.
Como tornar então os sonhos, metas e objectivos em realidade? Há três passos rápidos para desenhar a qualidade de vida que deseja e alcançar o sucesso a um nível superior.
1. Decida o que quer verdadeiramente
A maior parte das pessoas não sabe o que quer. Quando lhes perguntamos o que querem, muitas vezes respondem com o que não querem. Uma das regras psicológicas mais simples é que temos tendência a obter mais daquilo em que nos focamos. Se nos focamos no que não queremos é exactamente isso que vamos ter.
Foque-se mesmo no que quer. Quando sabe para onde quer ir, apenas precisa de um mapa. Se não souber para onde vai e de onde parte, o mapa não lhe serve de nada.
1. Avalie a sua vida actualmente. Defina de 0 a 10 o seu nível de satisfação em relação às seguintes áreas da sua vida: Bens Materiais, Saúde e Corpo, Carreira, Relações Pessoais e Família, Desenvolvimento Pessoal, Romance, Finanças e Diversão e Recreação.
2. Defina exactamente o que quer para cada uma dessas áreas, para que quando isso acontecer, o seu nível de satisfação seja igual à sua melhor área actualmente.
3. Faça um brainstorming e avalie o que pode fazer. Que pequenos passos pode dar para conquistar o que deseja? Desenhe rituais, que se tornarão em hábitos e que o vão manter consistentemente na direcção da vida que escolheu.
4. Para chegar onde quer, tem que ter um propósito suficientemente forte para avançar e ultrapassar os obstáculos com que se vai deparar no caminho. Se tiver um porquê bastante forte, pode conquistar o que deseja. Escolha a área mais importante para si e decida transformá-la nos próximos 90 a 180 dias.
2. Entre em acção
A melhor altura para entrar em acção é agora. A maior parte das pessoas falha porque não dá o primeiro passo. Independentemente de querer perder peso, transformar a sua relação, iniciar o seu negócio, dar uma reviravolta nas suas finanças, melhorar a ligação aos seus filhos, aprender a tocar viola, seja o que for, faça alguma coisa imediatamente. Nunca tome uma decisão sem agir de imediato. Bloqueie a sua agenda, ligue a alguém que já teve os resultados que pretende, compre um livro com as estratégias certas, marque uma reunião, calce os ténis e vá correr, aja imediatamente. Se nesse momento fizer algo que o comprometa a seguir em frente, é mais fácil dar os próximos passos.
3. Mantenha o foco e aprenda continuamente
O que impede as pessoas de avançar é o medo. Se olhar para o passado e acreditar que o futuro é uma cópia do que já viveu, nunca vai ter o que quer. Não olhe para trás. Aja com propósito em direcção ao que pretende e, se no processo, alguma acção não resultar, mude a abordagem, faça outra coisa qualquer e sem dúvida alguma vai fazer progressos. E o progresso vai fazê-lo sentir-se bem.
Aprenda a sentir-se desconfortável na situação em que está. Isso vai impeli-lo a crescer e sentir-se cada vez mais vivo. As pessoas melhor sucedidas não pensam que sabem tudo. Estão sempre abertas a novas ideias. Estão continuamente à procura de novas saídas e novas soluções. E é exactamente por isso que têm sucesso. Mantenha-se sempre aberto à aprendizagem e disposto a sair da sua zona de conforto.
Utilize estes três passos para conquistar uma vida extraordinária. É a minha forma de lhe desejar um fantástico ano de 2010.
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